segunda-feira, 16 de outubro de 2023


Bem, minha gente, as teorias defendidas por estudiosos, acadêmicos e cientistas nos informa que:

 (1) - “A Terra se formou a partir de uma grande explosão ocorrida no Sol há cerca de 4,5 bilhões de anos. Com a detonação solar, milhares de rochas se espalharam pelo espaço. Algumas, contudo, foram atraídas pela força gravitacional do Sol e começaram a girar em torno do astro. Uma delas deu origem ao planeta Terra. Neste momento, após a explosão, a Terra estava superaquecida. No entanto, no cosmos, as temperaturas são negativas, o que provocou um esfriamento de fora para dentro. Com este processo, começa a criação das massas rochosas, que dão origem à crosta terrestre. Este esfriamento liberou gases que formaram a atmosfera. Acredita-se que a partir daí, as moléculas de hidrogênio e oxigênio se uniram e deram origem à água.

(2) – “... A Terra foi formada há aproximadamente 4,6 bilhões de anos, provavelmente como resultado de uma supernova (explosão de uma estrela). Os detritos desta explosão começaram a se unir devido à gravidade, formando o sol. A gravidade continuou a atrair as partículas, fazendo com que elas se juntassem em corpos maiores, até formar a Terra e os outros planetas do nosso sistema solar...”. Fonte: pt.khanacademy.org 

Como sabemos, são teorias e, embora há vários estudos realizados por cientistas e pesquisadores, não há uma prova cabível de tais acontecimentos. Enigmas atormentam as cabeças de nossos cientistas em busca de respostas que esclareçam como se formou nosso planeta, como surgiu nossa Lua, o Cinturão de Asteroides e a procura do “Planeta Perdido”. Ninguém estava lá para presenciar e testemunhar tais acontecimentos ou será que estavam...

O que nos conta os Sumérios?

Registros deixados pelos Sumérios, cujo a fonte, jamais poderá ser atribuída a um terrestre e, principalmente, ao acaso cósmico. Antes de relatar o assunto da criação da Terra, vamos abrir um parêntese mostrando o conhecimento de astronomia que os Sumérios tinham e que foram escritos e deixados para posteridade de nosso mundo. 

Além de conhecer as Constelações, os Sumérios também conheciam muito bem nosso sistema solar. A prova disso foi registrada num dos selos chamados “selos artísticos” que cunhavam. Tal selo, com data estimada acima dos 3 mil anos A.C., chama a atenção pela perfeita informação de nosso sistema solar (Figura 1). O selo apresenta uma grande estrela radiante (Sol) no centro e 11 corpos celeste circundando-a, inclusive a nossa Terra e sua Lua. Além de representar perfeitamente nosso sistema solar, o selo registra a presença de um décimo segundo planeta(!). O referido planeta desconhecido de nossa ciência, é, consideravelmente, maior do que a Terra, porém, menor que Júpiter e Saturno. Este selo tem sido estudado por nossos cientistas que buscam entender como os Sumérios conseguiram tais informações e o porquê de representarem nosso sistema solar com 12 corpos celeste incluindo, o planeta desconhecido por nós. Mas, a dor de cabeça de nossos estudiosos não para com essa incógnita visão de 12 planetas. Vê-se em tal selo, claramente, que os Sumérios retratam a posição de Plutão entre Saturno e Urano, diferente dos dias de hoje que nossos cientistas o colocaram depois de Netuno, no final de nosso sistema.

Figura 01 - Selos Artísticos Sumérios retratando nosso Sistema Solar. 

Bem, certamente os Sumérios não tinham telescópios ou qualquer outro tipo de tecnologia que lhes facilitasse a observação dos céus da Terra. Além de dominarem e registrarem vários acontecimentos científicos, eles podiam prever catástrofes naturais e formular calendários, usados até hoje. Suas colheitas e plantações obedeciam a calendários astronômicos e outros conhecimentos. Talvez, a mais importante obra escrita pelos Sumérios é a que trata da criação do mundo, particularmente para nós, a criação da Terra e de nossa Lua. Nos referimos ao Enûma Elish (Em Sumério: Quando nas Alturas). Será baseado nesta obra que informaremos como surgiu o nosso mundo. Vamos lá!

Enûma Elish nabu shamamu

(Quando nas alturas o Céu ainda não tinha nome)

Shaplitu ammatum shuma la zakrat

(E abaixo, terra firme (planeta Terra) ainda não era chamado)


Figura 2: Sistema Solar antes da Terra

“Quando nas alturas – Enûma Elish”

No início nosso sistema solar era composto por APSU (Aquele que existi desde do princípio), o Sol; pelo gigante Tiamat (Dama da vida) e por Mummu (Aquele que nasceu), Mercúrio. Entre o Sol e Tiamat, o espaço era preenchido por bilhões de fragmentos primordiais a criação de outros tantos planetas. Neste mesmo espaço, formaram-se Lahamu (Vênus) e Lahmu (Marte). Antes mesmo do crescimento de Marte e Vênus em volume e tamanho, formam outros dois pares de planetas. Tratava-se de An.Shar (príncipe, o primeiro dos céus) e Ki.Shar (o primeiro das terras firmes), respectivamente, Saturno e Júpiter. Eles superaram em massa e tamanho o primeiro par formado (Marte e Vênus). Milhões de anos se passaram até que fosse formado o terceiro par de Planetas. Primeiramente formou-se Anu (aquele dos céus), Urano e logo em seguida Nudimmud ou Ea (criador engenhoso), Netuno. Em seguida, para concluir nosso sistema solar a mais de três bilhões de anos atrás, forma-se Gaga (conselheiro e emissário de An.Shar), nosso Plutão de tamanho e massa igual a Mercúrio. Assim formado, nosso sistema solar contava com nove planetas, a saber: Partindo do Sol: Mercúrio, Vênus, Marte, Tiamat, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Reparem que no Enûma Elish não há qualquer menção a existência da Terra, da Lua muito menos do "Bracelete Martelado" que era como os Sumérios se referiam ao Cinturão de Asteroides.

Neste período de criação dos planetas e propriamente do sistema que os abrigava, os recém criados planetas tinham órbitas confusas, instáveis e erráticas, ondulavam para frente e para traz, perigosamente se aproximavam interferindo nas órbitas uns dos outros, causando inclusive, perturbações na órbita do gigante Tiamat, interferindo no magnetismo solar, em sua emanação radioativa, comprometendo sua imensa força gravitacional. Havia uma grande massa de várias substancias pesadas, rochas de todos os tamanhos e uma infinidade de detritos cósmicos que trafegavam desordenadamente pelo sistema colidindo com planetas, invadindo órbitas e outros acontecimentos, ou seja, o sistema solar era confuso e desordenado naqueles tempos. Toda essa confusão impedia que o Sol emitisse mais energia e matéria que originariam novos planetas.

Para resumir e chegar ao ponto em que a Terra é criada, nós vamos adiantar a história contada pelos Sumérios e vamos informar as colisões que deram origem ao nosso planeta.

Figura 3

Nas profundezas do nosso sistema solar, também se formara um planeta cujo a trajetória de sua orbita, mudaria totalmente o sistema e criaria novos componentes para a via Láctea. Esse planeta tinha uma órbita errática, pois enquanto todos os planetas giravam em torno do Sol no sentido anti-horário, tal planeta entrava no nosso sistema, passando próximo a Netuno no sentido horário. Cada vez que isso acontecia, ele estabelecia um verdadeiro caos aos outros planetas devido a sua enorme força gravitacional. Em suas passagens por nosso sistema, aos poucos foi arrebanhando satélites naturais (luas), principalmente de Saturno e Júpiter. Numa de suas passagens, ainda obedecendo sua órbita errática em torno do Sol, Nibiru (travessia em Sumério) contava com 07 satélites naturais arrebanhados dos planetas de menor força gravitacional, como os já citados Netuno e Plutão. Porém, a cada orbita de Nibiru, esta mudava de direção, entrando cada vez mais para dentro de nosso sistema, mostrando que uma colisão com outros planetas aconteceria numa dessas voltas em torno do Sol.

Tiamat (A Dama das Águas em Sumério) era o maior planeta do nosso sistema e junto a este giravam 11 satélites naturais. O principal deles era Kingu, um planetoide com flora e fauna exuberante naqueles tempos. Tiamat também exibia grande belezas naturais, tais como florestas, mares, rios e outros tantos elementos de uma natureza rica e soberana. Os relatos dos Sumérios, registrados no Enûma Elish, nos informa que Tiamat possuía veios de ouro e outros tantos minerais nobres em sua superfície, em seus mares, rios e florestas.

Com acontecimentos irregulares ocorridos no sistema naqueles tempos, Tiamat balançava em sua orbita, porém, com a invasão e a consequente aproximação de Nibiru, principalmente por sua descomunal força gravitacional, os acontecimentos se agravaram, pois Tiamat começou a perder partes de seu corpo celeste. Os 11 satélites que orbitavam em torno de Tiamat, libertaram-se de sua força gravitacional, perturbada pela chegada do invasor e ganharam orbitas próprias, como se assim fossem planetas, e passaram a girar em seus próprios eixos, circundando o gigante Tiamat.

Importante frisar que o principal satélite de Tiamat era Kingu, pois, era o maior de seus satélites. Entretanto, sujeito às atrações gravitacionais conflitantes do sistema solar, da aproximação de Nibiru, Kingu começou a mudar sua órbita em direção a Nibiru, constituindo assim um curso planetário próprio, acarretando confusão e incomodando as orbitas dos planetas externos. Assim, Tiamat, já não podia controlar as orbitas de seus satélites, pois todos haviam abandonado seus cursos e adquirido suas próprias trajetórias no imenso e confuso sistema solar. Kingu fora aquele que mais se afastara de Tiamat ocupando o espaço compreendido entre Marte e o futuro Cinturão de Asteroides.

A aproximação errática de Nibiru anunciava uma fatal colisão com Tiamat e assim conta o Enûma Elish.  

Figura 4 - Primeira Colisão

Mas, apesar da eminente e provável colisão entre os dois gigantes (Tiamat e Nibiru), isto não aconteceria neste primeiro evento. A primeira colisão acontece entre Tiamat e os satélites de Nibiru, causando-lhe fissuras e grande segmentação. Poderosíssimas descartas elétricas, verdadeiros raios no qual nenhum humano jamais presenciou, partiam de Nibiru atingindo as entranhas de Tiamat, extinguindo, neutralizando suas forças, campos magnéticos e elétricos. O primeiro encontro entre Nibiru e Tiamat deixou-a fissurada e sem vida; mas, seu derradeiro destino final, ainda estava por vir, pois outro encontro entre os dois aconteceria. Kingu, o principal satélite de Tiamat, também teria o seu futuro determinado separadamente. Mas, nesta primeira colisão, os outros dez pequenos satélites de Tiamat, tiveram seus destinos sacramentados.

Cometas errantes.

Referente a destruição destes dez satélites neste primeiro evento de colisões, pode estar o esclarecimento de um grande enigma do nosso sistema que atormenta as cabeças de nossos cientistas, pesquisadores e estudiosos. Trata-se do fenômeno dos cometas, citados como se fossem “membros rebeldes” do sistema solar. Eles não obedecem a nenhuma regra natural de curso. Suas órbitas são alongadas na maioria das vezes até demais, contrastando com as órbitas dos planetas, quase circulares (com exceção de Plutão) em torno do Sol. Devido ao fenômeno de possuírem órbitas alongadas em demasia, tais cometas desaparecem da visão de nossos instrumentos de observação do espaço por centenas ou milhares de anos. Diferentemente dos planetas que circulam o Sol no sentido anti-horário, as órbitas de muitos cometas que habitam nosso espaço galáctico se movem na direção oposta. Importante lembrar que Nibiru também não obedece ao curso anti-horário de nossos conhecidos planetas e sim orbita o Sol no sentido horário, possuindo órbita alongado conforme nossos cometas. Nossos astrônomos não conseguem explicar o porquê das irregularidades dos cometas que trafegam nosso sistema e muito menos qual foi o evento catastrófico ou não que os criou e os atirou em suas órbitas incomuns. A resposta para tal enigma está relatada nos escritos do Enûma Elish, vejam:

Como citado anteriormente, Nibiru entrava no final de nosso sistema no sentido horário para completar sua órbita alongada em torno do Sol, conforme faz hoje os cometas. Varrendo o sistema na direção contrária com seu plano orbital próprio, desmantelou e despedaçou os satélites de Tiamat, transformando-os em pequenos cometas, afetando-os com sua imensa força gravitacional que o Enûma Elish denomina como rede.

Figura 5 - Colisão com os satélites de Tiamat

Após o primeiro evento de colisões, a órbita do invasor sofreu significativa mudança, curvando-se e colocando-o permanentemente num novo curso orbital em torno do Sol. Este novo destino condenaria Nibiru a ter que retornar, daqueles tempos em diante, ao local onde se registraram os cataclismas. Assim, após a destruição parcial de Tiamat, Nibiru navegou por um novo espaço em torno do Sol, voltando a retraçar sua passagem pelos planetas externos, Netuno e Saturno. Mas, novos acontecimentos catastróficos estavam por vir. 

A criação do Cinturão de Asteroide, da Terra e da Lua

Completando sua primeira órbita em torno do Sol após as mudanças de trajeto do Planeta Vermelho (Nibiru), um novo encontro com Tiamat aconteceria e desta vez seria o próprio Nibiru que colidiria com Tiamat.

Figura 6 - Ilustração artística da colisão entre Nibiru e Tiamat

A colisão partiu o já vencido Tiamat em duas partes, arrancando sua parte superior. Em seguida um dos satélites de Nibiru, choca-se com a parte inferior de Tiamat. Na altura destes acontecimentos, Tiamat já havia se transformado em duas metades vagando por uma órbita irregular e confusa. A colisão entre o satélite de Nibiru com a outra metade de Tiamat, transportou a referida metade para uma órbita onde nenhum planeta havia orbitado antes, está metade ocuparia e se transformaria em um novo planeta do nosso sistema solar. A Terra havia sido criada...

Nibiru, numa segunda colisão, despedaça a outra metade. Esse evento acarreta em centenas, milhares de rochas de vários tamanhos espalhadas numa grande faixa orbital, agindo como uma proteção ou fronteira entre os planetas internos (Mercúrio, Vênus, Terra, Lua e Marte) e externos (Júpiter, Saturno e além), estava criado assim o Cinturão de Asteroides. Kingu fora arrastado devido a colisão com outro satélite de Nibiru tornando-se estacionário e preso a órbita do recém criado Planeta Terra.

Figura 7 - Nova geografia do Sistema Solar após as colisões


Qual o resumo que se pode entender e visualizar no “Épico da Criação” (Enûma Elish) sumério:

Com os eventos irregulares e colisões entre Tiamat (na época o maior e mais belo planeta de nosso sistema solar) e Nibiru (o planeta que se criou no longínquo espaço externo de nosso sistema com órbita irregular), temos: Tiamat foi dividido em duas metades: uma de suas metades foi esmagada, desmantela tornando-se o Cinturão de Asteroides. A outra metade é arrastada para uma nova órbita decorrente da colisão com um dos satélites de Nibiru. Kingu, embora fizesse parte dos 11 satélites de Tiamat, era um pequeno corpo celeste dotado de natureza e beleza exuberante que, em meio a tantas colisões e explosões, tornou-se uma imensa bola de fogo, queimando todos os seus recursos e transformando-se no satélite frio e sem vida (Dug-Ga-E - Pote de chumbo em sumério), orbitando em torno e preso na força gravitacional do Planeta Terra.

Bem, minha gente, Físicos e astrônomos reconhecem as diferenças entre os planetas externos e internos, dois grupos separados pelo Cinturão de Asteroides e através do épico sumério, esse reconhecimento é evidente. Além disso, as evidencias corroboradas pelos estudos acadêmicos de astrônomos e física que comprovam a existência de um “planeta perdido”, o “Épico da Criação”, traz tais informações ao detalhar o acontecido com Tiamat, este que poderíamos denominar de o “planeta perdido”.

Outro enigma que esquentam as cabeças de nossos cientistas, refere-se ao porquê de os continentes da Terra estarem concentrados em um lado dela e existir uma profunda cavidade (leito do Oceano Pacífico) no lado oposto que são esclarecidos pelos registros sumérios. Basta ler o que nos foi deixado no “Épico da Criação”, se assim o fizermos, constataremos que o Enûma Elish, constantemente faz referencias as águas de Tiamat. Nos escritos sumérios, Tiamat é chamado de “Monstro Aquático” e é mais do que evidente que a Terra sendo derivada de umas das metades de Tiamat, herdaria todo esse poderio aquático, todas suas riquezas minerais, flora, fauna e sua magnânima beleza. Nos tempos modernos, nos dias de hoje, vários acadêmicos descrevem a Terra como sendo um “Planeta Oceano”, pois em todo nosso sistema solar e até mesmo o observado em outros sistemas estudados, a Terra é o único planeta dotada do abençoado poder da água, provedora da vida.

Figura 8 - Órbita de Nibiru após colisões e até os dias de hoje



Figura 9 - Cruzamento orbital perigoso

Pois bem. A cada 3.600 anos da Terra se completa o giro ou órbita de Nibiru em torno do Sol. Segundo os anais da história, sua última passagem por aqui foi nos anos compreendido na faixa de 500 a 550 A.C. Se todas estas informações estiverem corretos, embora existam várias controvérsias e polemicas em torno deste assunto, o Planeta Vermelho passará pela Terra, aproximadamente entre os anos 3100 a 3150. De acordo com os relatos dos sumérios, principalmente, por seu tamanho e força gravitacional, ele poderá provocar grandes mudanças na Terra ou até mesmo destruí-la como fez com Tiamat. 

Então, será entre os anos 3100 a 3150 o fim de nosso planeta, a Terra?


Textos e Pesquisas: Renato Galvão
Ilustrações: Jornal Rio de Flores 
Fontes Literárias:
Livro: O 12º Planeta e O Livro Perdido de Enki de Zecharia Sitchin

Fontes Internet:

 

 

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