Bem, minha gente, as teorias defendidas por estudiosos, acadêmicos e cientistas nos informa que:
(1) - “A Terra se formou a partir de uma
grande explosão ocorrida no Sol
há cerca de 4,5 bilhões de anos. Com a detonação solar, milhares de rochas se espalharam
pelo espaço. Algumas, contudo, foram atraídas pela força gravitacional do Sol e
começaram a girar em torno do astro. Uma delas deu origem ao planeta Terra. Neste
momento, após a explosão, a Terra estava superaquecida. No entanto, no cosmos,
as temperaturas são negativas, o que provocou um esfriamento de fora para
dentro. Com este processo, começa a criação das massas rochosas, que dão origem
à crosta terrestre. Este esfriamento liberou gases que formaram a atmosfera.
Acredita-se que a partir daí, as moléculas de hidrogênio e oxigênio se uniram e
deram origem à água.
(2) – “... A Terra foi formada há aproximadamente 4,6 bilhões de anos, provavelmente como resultado de uma supernova (explosão de uma estrela). Os detritos desta explosão começaram a se unir devido à gravidade, formando o sol. A gravidade continuou a atrair as partículas, fazendo com que elas se juntassem em corpos maiores, até formar a Terra e os outros planetas do nosso sistema solar...”. Fonte: pt.khanacademy.org
Como
sabemos, são teorias e, embora há vários estudos realizados por cientistas e
pesquisadores, não há uma prova cabível de tais acontecimentos. Enigmas
atormentam as cabeças de nossos cientistas em busca de respostas que esclareçam
como se formou nosso planeta, como surgiu nossa Lua, o Cinturão de Asteroides e
a procura do “Planeta Perdido”. Ninguém estava lá para presenciar e testemunhar
tais acontecimentos ou será que estavam...
O que nos conta os Sumérios?
Registros deixados pelos Sumérios, cujo a fonte, jamais poderá ser atribuída a um terrestre e, principalmente, ao acaso cósmico. Antes de relatar o assunto da criação da Terra, vamos abrir um parêntese mostrando o conhecimento de astronomia que os Sumérios tinham e que foram escritos e deixados para posteridade de nosso mundo.
Além de conhecer as Constelações, os Sumérios também conheciam muito bem nosso sistema solar.
A prova disso foi registrada num dos selos chamados “selos artísticos” que
cunhavam. Tal selo, com data estimada acima dos 3 mil anos A.C., chama a
atenção pela perfeita informação de nosso sistema solar (Figura 1). O selo
apresenta uma grande estrela radiante (Sol) no centro e 11 corpos celeste
circundando-a, inclusive a nossa Terra e sua Lua. Além de representar
perfeitamente nosso sistema solar, o selo registra a presença de um décimo
segundo planeta(!). O referido planeta desconhecido de nossa ciência, é,
consideravelmente, maior do que a Terra, porém, menor que Júpiter e Saturno.
Este selo tem sido estudado por nossos cientistas que buscam entender como os
Sumérios conseguiram tais informações e o porquê de representarem nosso sistema
solar com 12 corpos celeste incluindo, o planeta desconhecido por nós. Mas, a
dor de cabeça de nossos estudiosos não para com essa incógnita visão de 12
planetas. Vê-se em tal selo, claramente, que os Sumérios retratam a posição de
Plutão entre Saturno e Urano, diferente dos dias de hoje que nossos cientistas o
colocaram depois de Netuno, no final de nosso sistema.
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| Figura 01 - Selos Artísticos Sumérios retratando nosso Sistema Solar. |
Bem, certamente os Sumérios não tinham telescópios ou qualquer outro tipo de tecnologia que lhes facilitasse a observação dos céus da Terra. Além de dominarem e registrarem vários acontecimentos científicos, eles podiam prever catástrofes naturais e formular calendários, usados até hoje. Suas colheitas e plantações obedeciam a calendários astronômicos e outros conhecimentos. Talvez, a mais importante obra escrita pelos Sumérios é a que trata da criação do mundo, particularmente para nós, a criação da Terra e de nossa Lua. Nos referimos ao Enûma Elish (Em Sumério: Quando nas Alturas). Será baseado nesta obra que informaremos como surgiu o nosso mundo. Vamos lá!
Enûma Elish nabu shamamu
(Quando
nas alturas o Céu ainda não tinha nome)
Shaplitu
ammatum shuma la zakrat
(E
abaixo, terra firme (planeta Terra) ainda não era chamado)
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| Figura 2: Sistema Solar antes da Terra |
“Quando nas alturas – Enûma Elish”
No início nosso sistema
solar era composto por APSU (Aquele que existi desde do princípio), o Sol; pelo
gigante Tiamat (Dama da vida) e por Mummu (Aquele que nasceu), Mercúrio. Entre
o Sol e Tiamat, o espaço era preenchido por bilhões de fragmentos primordiais a
criação de outros tantos planetas. Neste mesmo espaço, formaram-se Lahamu
(Vênus) e Lahmu (Marte). Antes mesmo do crescimento de Marte e Vênus em volume
e tamanho, formam outros dois pares de planetas. Tratava-se de An.Shar
(príncipe, o primeiro dos céus) e Ki.Shar (o primeiro das terras firmes),
respectivamente, Saturno e Júpiter. Eles superaram em massa e tamanho o
primeiro par formado (Marte e Vênus). Milhões de anos se passaram até que fosse
formado o terceiro par de Planetas. Primeiramente formou-se Anu (aquele dos
céus), Urano e logo em seguida Nudimmud ou Ea (criador engenhoso), Netuno. Em
seguida, para concluir nosso sistema solar a mais de três bilhões de anos
atrás, forma-se Gaga (conselheiro e emissário de An.Shar), nosso Plutão de
tamanho e massa igual a Mercúrio. Assim formado, nosso sistema solar contava
com nove planetas, a saber: Partindo do Sol: Mercúrio, Vênus, Marte, Tiamat,
Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Reparem que no Enûma Elish não há
qualquer menção a existência da Terra, da Lua muito menos do "Bracelete Martelado" que era como os Sumérios se referiam ao Cinturão de Asteroides.
Neste período de criação dos planetas e propriamente do sistema que os abrigava, os recém criados planetas tinham órbitas confusas, instáveis e erráticas, ondulavam para frente e para traz, perigosamente se aproximavam interferindo nas órbitas uns dos outros, causando inclusive, perturbações na órbita do gigante Tiamat, interferindo no magnetismo solar, em sua emanação radioativa, comprometendo sua imensa força gravitacional. Havia uma grande massa de várias substancias pesadas, rochas de todos os tamanhos e uma infinidade de detritos cósmicos que trafegavam desordenadamente pelo sistema colidindo com planetas, invadindo órbitas e outros acontecimentos, ou seja, o sistema solar era confuso e desordenado naqueles tempos. Toda essa confusão impedia que o Sol emitisse mais energia e matéria que originariam novos planetas.
Para resumir e chegar
ao ponto em que a Terra é criada, nós vamos adiantar a história contada pelos
Sumérios e vamos informar as colisões que deram origem ao nosso planeta.
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| Figura 3 |
Nas profundezas do nosso
sistema solar, também se formara um planeta cujo a trajetória de sua orbita,
mudaria totalmente o sistema e criaria novos componentes para a via Láctea.
Esse planeta tinha uma órbita errática, pois enquanto todos os planetas giravam
em torno do Sol no sentido anti-horário, tal planeta entrava no nosso sistema,
passando próximo a Netuno no sentido horário. Cada vez que isso acontecia, ele
estabelecia um verdadeiro caos aos outros planetas devido a sua enorme força
gravitacional. Em suas passagens por nosso sistema, aos poucos foi arrebanhando
satélites naturais (luas), principalmente de Saturno e Júpiter. Numa de suas
passagens, ainda obedecendo sua órbita errática em torno do Sol, Nibiru
(travessia em Sumério) contava com 07 satélites naturais arrebanhados dos
planetas de menor força gravitacional, como os já citados Netuno e Plutão.
Porém, a cada orbita de Nibiru, esta mudava de direção, entrando cada vez mais
para dentro de nosso sistema, mostrando que uma colisão com outros planetas
aconteceria numa dessas voltas em torno do Sol.
Tiamat (A Dama das
Águas em Sumério) era o maior planeta do nosso sistema e junto a este giravam
11 satélites naturais. O principal deles era Kingu, um planetoide com flora e
fauna exuberante naqueles tempos. Tiamat também exibia grande belezas naturais,
tais como florestas, mares, rios e outros tantos elementos de uma natureza rica
e soberana. Os relatos dos Sumérios, registrados no Enûma Elish, nos informa
que Tiamat possuía veios de ouro e outros tantos minerais nobres em sua
superfície, em seus mares, rios e florestas.
Com acontecimentos
irregulares ocorridos no sistema naqueles tempos, Tiamat balançava em sua orbita,
porém, com a invasão e a consequente aproximação de Nibiru, principalmente por
sua descomunal força gravitacional, os acontecimentos se agravaram, pois Tiamat
começou a perder partes de seu corpo celeste. Os 11 satélites que orbitavam em
torno de Tiamat, libertaram-se de sua força gravitacional, perturbada pela
chegada do invasor e ganharam orbitas próprias, como se assim fossem planetas,
e passaram a girar em seus próprios eixos, circundando o gigante Tiamat.
Importante frisar que o
principal satélite de Tiamat era Kingu, pois, era o maior de seus satélites.
Entretanto, sujeito às atrações gravitacionais conflitantes do sistema solar,
da aproximação de Nibiru, Kingu começou a mudar sua órbita em direção a Nibiru,
constituindo assim um curso planetário próprio, acarretando confusão e
incomodando as orbitas dos planetas externos. Assim, Tiamat, já não podia
controlar as orbitas de seus satélites, pois todos haviam abandonado seus
cursos e adquirido suas próprias trajetórias no imenso e confuso sistema solar.
Kingu fora aquele que mais se afastara de Tiamat ocupando o espaço compreendido
entre Marte e o futuro Cinturão de Asteroides.
A aproximação errática
de Nibiru anunciava uma fatal colisão com Tiamat e assim conta o Enûma
Elish.
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| Figura 4 - Primeira Colisão |
Cometas errantes.
Referente a destruição
destes dez satélites neste primeiro evento de colisões, pode estar o
esclarecimento de um grande enigma do nosso sistema que atormenta as cabeças de
nossos cientistas, pesquisadores e estudiosos. Trata-se do fenômeno dos
cometas, citados como se fossem “membros rebeldes” do sistema solar. Eles não
obedecem a nenhuma regra natural de curso. Suas órbitas são alongadas na
maioria das vezes até demais, contrastando com as órbitas dos planetas, quase
circulares (com exceção de Plutão) em torno do Sol. Devido ao fenômeno de
possuírem órbitas alongadas em demasia, tais cometas desaparecem da visão de
nossos instrumentos de observação do espaço por centenas ou milhares de anos.
Diferentemente dos planetas que circulam o Sol no sentido anti-horário, as
órbitas de muitos cometas que habitam nosso espaço galáctico se movem na direção
oposta. Importante lembrar que Nibiru também não obedece ao curso anti-horário
de nossos conhecidos planetas e sim orbita o Sol no sentido horário, possuindo
órbita alongado conforme nossos cometas. Nossos astrônomos não conseguem
explicar o porquê das irregularidades dos cometas que trafegam nosso sistema e
muito menos qual foi o evento catastrófico ou não que os criou e os atirou em
suas órbitas incomuns. A resposta para tal enigma está relatada nos escritos do
Enûma Elish, vejam:
Como citado
anteriormente, Nibiru entrava no final de nosso sistema no sentido horário para
completar sua órbita alongada em torno do Sol, conforme faz hoje os cometas.
Varrendo o sistema na direção contrária com seu plano orbital próprio,
desmantelou e despedaçou os satélites de Tiamat, transformando-os em pequenos
cometas, afetando-os com sua imensa força gravitacional que o Enûma Elish
denomina como rede.
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| Figura 5 - Colisão com os satélites de Tiamat |
Após o primeiro evento
de colisões, a órbita do invasor sofreu significativa mudança, curvando-se e
colocando-o permanentemente num novo curso orbital em torno do Sol. Este novo
destino condenaria Nibiru a ter que retornar, daqueles tempos em diante, ao
local onde se registraram os cataclismas. Assim, após a destruição parcial de
Tiamat, Nibiru navegou por um novo espaço em torno do Sol, voltando a retraçar
sua passagem pelos planetas externos, Netuno e Saturno. Mas, novos
acontecimentos catastróficos estavam por vir.
A criação do Cinturão
de Asteroide, da Terra e da Lua
Completando sua
primeira órbita em torno do Sol após as mudanças de trajeto do Planeta Vermelho
(Nibiru), um novo encontro com Tiamat aconteceria e desta vez seria o próprio
Nibiru que colidiria com Tiamat.
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| Figura 6 - Ilustração artística da colisão entre Nibiru e Tiamat |
A colisão partiu o já vencido Tiamat em duas partes, arrancando sua parte superior. Em seguida um dos satélites de Nibiru, choca-se com a parte inferior de Tiamat. Na altura destes acontecimentos, Tiamat já havia se transformado em duas metades vagando por uma órbita irregular e confusa. A colisão entre o satélite de Nibiru com a outra metade de Tiamat, transportou a referida metade para uma órbita onde nenhum planeta havia orbitado antes, está metade ocuparia e se transformaria em um novo planeta do nosso sistema solar. A Terra havia sido criada...
Nibiru, numa segunda
colisão, despedaça a outra metade. Esse evento acarreta em centenas, milhares
de rochas de vários tamanhos espalhadas numa grande faixa orbital, agindo como
uma proteção ou fronteira entre os planetas internos (Mercúrio, Vênus, Terra,
Lua e Marte) e externos (Júpiter, Saturno e além), estava criado assim o Cinturão
de Asteroides. Kingu fora arrastado devido a colisão com outro satélite de
Nibiru tornando-se estacionário e preso a órbita do recém criado Planeta Terra.
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| Figura 7 - Nova geografia do Sistema Solar após as colisões |
Qual o resumo que se
pode entender e visualizar no “Épico da Criação” (Enûma Elish) sumério:
Com os eventos
irregulares e colisões entre Tiamat (na época o maior e mais belo planeta de
nosso sistema solar) e Nibiru (o planeta que se criou no longínquo espaço
externo de nosso sistema com órbita irregular), temos: Tiamat foi dividido em
duas metades: uma de suas metades foi esmagada, desmantela tornando-se o
Cinturão de Asteroides. A outra metade é arrastada para uma nova órbita
decorrente da colisão com um dos satélites de Nibiru. Kingu, embora fizesse
parte dos 11 satélites de Tiamat, era um pequeno corpo celeste dotado de
natureza e beleza exuberante que, em meio a tantas colisões e explosões,
tornou-se uma imensa bola de fogo, queimando todos os seus recursos e
transformando-se no satélite frio e sem vida (Dug-Ga-E - Pote de chumbo em
sumério), orbitando em torno e preso na força gravitacional do Planeta Terra.
Bem, minha gente,
Físicos e astrônomos reconhecem as diferenças entre os planetas externos e
internos, dois grupos separados pelo Cinturão de Asteroides e através do épico
sumério, esse reconhecimento é evidente. Além disso, as evidencias corroboradas
pelos estudos acadêmicos de astrônomos e física que comprovam a existência de
um “planeta perdido”, o “Épico da Criação”, traz tais informações ao detalhar o
acontecido com Tiamat, este que poderíamos denominar de o “planeta perdido”.
Outro enigma que
esquentam as cabeças de nossos cientistas, refere-se ao porquê de os
continentes da Terra estarem concentrados em um lado dela e existir uma
profunda cavidade (leito do Oceano Pacífico) no lado oposto que são
esclarecidos pelos registros sumérios. Basta ler o que nos foi deixado no
“Épico da Criação”, se assim o fizermos, constataremos que o Enûma Elish,
constantemente faz referencias as águas de Tiamat. Nos escritos sumérios,
Tiamat é chamado de “Monstro Aquático” e é mais do que evidente que a Terra
sendo derivada de umas das metades de Tiamat, herdaria todo esse poderio
aquático, todas suas riquezas minerais, flora, fauna e sua magnânima beleza.
Nos tempos modernos, nos dias de hoje, vários acadêmicos descrevem a Terra como
sendo um “Planeta Oceano”, pois em todo nosso sistema solar e até mesmo o
observado em outros sistemas estudados, a Terra é o único planeta dotada do
abençoado poder da água, provedora da vida.
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| Figura 8 - Órbita de Nibiru após colisões e até os dias de hoje |
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| Figura 9 - Cruzamento orbital perigoso |
Pois bem. A cada 3.600 anos da Terra se completa o giro ou órbita de Nibiru em torno do Sol. Segundo os anais da história, sua última passagem por aqui foi nos anos compreendido na faixa de 500 a 550 A.C. Se todas estas informações estiverem corretos, embora existam várias controvérsias e polemicas em torno deste assunto, o Planeta Vermelho passará pela Terra, aproximadamente entre os anos 3100 a 3150. De acordo com os relatos dos sumérios, principalmente, por seu tamanho e força gravitacional, ele poderá provocar grandes mudanças na Terra ou até mesmo destruí-la como fez com Tiamat.
Então, será entre os anos 3100 a 3150 o fim de nosso planeta, a Terra?
Ilustrações: Jornal Rio de Flores



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Muito legal a matéria parabéns 🙌🙌💗☺️
ResponderExcluirAgradecimentos Querida
ExcluirUm texto bem escrito, numa perspectiva superinteressante!
ResponderExcluirTiro meu chapéu pra você, Renato.
Nobre escritor, parabéns!!!!